domingo, 22 de junho de 2014

Rimas da madrugada.

No escuro

Sozinho no escuro dos meus sonhos
Sem reação para os ataques
Vai passar, eu suponho
Ou não, quem sabe?

O cheiro forte exala cada vez mais forte
Não sei o que é
Estou perdido, tomara que tenha sorte
É o que quero

Um vulto a mais, outro a menos
Até me acostumei
Mas ainda calmo e sereno
Continuo sem saber onde vou, só sei que irei

Sinto um calor, não muito forte
Mas já é mais que o frio de antes
Será a morte?

Ou ela é o frio constante?

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